
FERNANDO EICHENBERG / O GLOBO
PARIS – A fumaça provocada pelas queimadas na Floresta Amazônica alcançou o Palácio do Eliseu. Às vésperas do início da cúpula do G7 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Japão, Itália e Canadá), o presidente francês, Emmanuel Macron, não hesitou em convocar o tema para a reunião do clube de países ricos, evocando, inclusive, a urgência de uma “crise internacional” . “Nossa casa queima”, alertou o líder francês, retomando as palavras do discurso do então presidente Jacques Chirac na Rio+10, a conferência sobre o meio ambiente realizada em 2002, na cidade sul-africana de Johanesburgo. “Nossa casa queima e nós olhamos para o outro lado”, vaticinara Chirac. Continue lendo Análise: Macron tem suas razões para comprar a briga da Amazônia